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Autoconhecimento na Formação Docente

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  Pouco se fala ou se vê sobre essa temática. Na empresa educacional Educadores que Brilham, este é  o foco de trabalho e de concentração de estudos. Falar de autoconhecimento para professores é provocar à reflexão para o que chamamos de Inteligência Intrapessoal. É mergulhar e fazer a reforma íntima. Buscar de dentro os recursos que impulsam o trabalho e que é responsável pelo desenvolvimento saudável e de qualidade na educação. Poucos são os profissionais da educação prontos para lecionar sob esse novo olhar. Por isso, a proposta do Projeto sobre Educação Emocional para dentro da escola traz à tona esse viés e embarca numa jornada rumo ao desenvolvimento humano para professores e alunos. Para saber mais deste Projeto, contate nosso whatsapp (51)99725-7654 ou entre em contato via e-mail sandracastropalestras@gmail.com Projeto inovador e pioneiro. Contate conosco e leve o diferencial transformador para dentro de sua realidade escolar.

O seu lugar no mundo é aqui!

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  Falar de lugar no mundo sem saber valorar a própria existência, não amplia o campo perceptivo para encontrar caminhos e possibilidades, que ora, podem estar diante dos olhos. Seu lugar no mundo é aqui. Um lugar destinado somente para você. É nele que está seu maior triunfo, onde fica seu brilho nos olhos, onde ficam as pessoas a torcer pelo seu sucesso e felicidade. Um lugar para ser seu "Eu" em autenticidade, sem medos, tabus, vergonha. Literalmente um lugar para brilhar, fazer e acontecer! Seu lugar está mais perto, quando nos colocamos à serviço do outro num processo de querer ajudar para também crescer. Este lugar só faz sentido, quando se percebe que toda a energia, disposição, conhecimento e experiência estão trabalhando de mãos dadas, conectados pelo amor e pelos resultados. Ocupar o seu lugar no mundo aqui, te torna ainda mais humano, pois como sabe, ser um humano na  realidade na qual se vive, requer a disciplina, a força, a coragem e o desprendimento de quem se fa...

ESCOLA É VIDA

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Quis escrever sobre este tema, pois ele me balançou muito nesses últimos dias. Sabe-se que os tempos atuais distanciam as pessoas de seus círculos de amizade e também de suas redes de apoio e, com a escola, não é diferente. Tempos difíceis me parece quando percebemos que os vínculos são essenciais na construção de laços que se consolidam entre pessoas que se gostam mutuamente. É preciso de calor humano, é preciso de vínculos mais próximos e, invariavelmente, às redes sociais ou o ensino remoto não nos favorece tanto assim nesse sentido. Vida é poder dançar, se divertir, estar entre amigos, como também é, ler, estudar, escrever. Para cada um, há um jeito de se enxergar a vida, mas poucos, talvez, conseguem a enxergar em plenitude. O que só é possível em interação com o outro, conectados pelo mesmo sentimento de compaixão. A escola jamais perderá o seu lugar de realeza, pois é nela que os vínculos se solidificam e se proliferam. Não há lugar para tristeza, dor ou sofrimento, mas há lugar...

A relação da Educação Socioemocional com a Saúde Emocional

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Quando deixamos de nos relacionar saudavelmente com os outros, perdemos em qualidade do Ser que somos. A autoaceitação é o primeiro requisito de uma saúde emocional qualitária, onde gostar de si mesmo, provoca reações positivas como sentimentos de felicidade e de realização. As cinco competências socioemocional que se destacam nas leituras e reflexões tanto no contexto escolar quanto em outras organizações e instituições parte do pressuposto de que a inteligência emocional é o essencial a ser apreendido e desenvolvimento continuamente. Dentre elas está a competência de conhecer-me adequadamente, saber e compreender de seus recursos internos e utilizá-los a favor da construção e da contribuição ao outro, à mudança de vida e de qualidade no trabalho. Depois ainda perpassamos pela gestão das próprias emoções, mais precisamente, o autocontrole, como as habilidades sociais, mais especificamente, saber trabalhar em equipe, a consciência social, que seria a empatia e por fim, a tomada...

Somente a Essência

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Prefira trabalhar somente pela essência. Ela está à disposição, aguardando ser usada. Nossos medos, às vezes, não permitem que a vejamos e, ela, sem pestanejar, fica em silêncio, torcendo para que em algum momento seja percebida. No livro digital "A Essência de Ser Educador", exploro as nuances de se permitir ser essência no trabalho mais nobre e especial que existe: o de ser professor. O livro está disponível no site do Amazon por este link: https://www.amazon.com.br/ESS%C3%8ANCIA-SER-EDUCADOR-Sentido-Educadores-ebook/dp/B0754P37TH/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&crid=1WMOVMWNVHIWD&dchild=1&keywords=a+essencia+de+ser+educador&qid=1591227252&sprefix=a+essencia+de+ser+%2Caps%2C270&sr=8-1 Para ser um professor em essência é preciso deixar ir incertezas, dúvidas persistentes, falta de sensibilidade e abrir espaço continuado para às manifestações de alegrias, orgulho de si mesma, percepções ampliadas e desenvolvimento da consciência. ...

É possível ser feliz em meio ao caos?

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Já inicio este texto respondendo à pergunta acima: Sim, é sempre possível. Agora vamos à explicação. A vida é cheia de altos e baixos...e, isso é normal, desde que, não se passe mais tempo vivendo na vibração dos baixos momentos. Por que isso acontece? Talvez porque deixamos de olhar para tudo que pode ainda nos fazer felizes. Ou porque não conseguimos mais enxergar beleza como antes, ou porque está mesmo difícil de se sentir feliz ou porque se deixa acreditar de que a felicidade é mesmo possível de ser alcançada. Independente da escolha, sim, é possível ser feliz mesmo diante dos problemas e desafios que se tem na vida. Pode parecer que não, mas posso afirmar de que é possível. Talvez seja necessário fazer uma viagem, pode ser uma boa viagem, se assim olharmos para ela. Podemos começar a revisitar memórias da vida onde se era feliz e, consequentemente, voltar a sentir as sensações daquele tempo. Pode-se também olhar para a própria realidade que se vive hoje, e, invariavelmente, olhar ...

Qual o sentido da vida? Foi preciso o grito.

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Qual o sentido da vida? Se na infância não recebemos todo amor do qual mereceríamos de nossos pais. Se eles mais trabalhavam do que davam atenção para nós? Se nasci em uma família de muitas pessoas, mas sem alguém para brincar comigo, interagir ou mesmo que se importava com o que eu sentia. Aliás, meus sentimentos só ganhava força em momentos que me punha a expressar-me, colocando para fora o que dentro de mim estava preso. Como se fosse um grito, isso, um grito que depois me proporcionava um grande alívio, mas um alívio momentâneo, não algo que poderia fazer aquela situação mudar de rumo, ser diferente. Nunca tive o que realmente eu queria, o que me fazia falta. Queria atenção, queria sentir que verdadeiramente meus pais me amavam, queria saber que naquela família eu tinha valor, o meu lugar, o lugar onde eu poderia ser eu mesma, sem que fizesse algum deles passar vergonha ou que fosse necessário chamar minha atenção por algo que pudesse ter falado ou feito de "errado". Eu q...